X-PressON!

Levando e trazendo notícias do mundo da música!


Leave a comment

ENTHRING: Conheça mais da banda!


Confira abaixo a entrevista com os nossos amigos do Enthring!

Por Pedro Pirani

 

RB: Como praticamente todas as entrevistas começam, você poderia dizer melhor como o Enthring começou?

Enthring: Então, o Enthring começou quando o Tommi e o Petteri começaram a tocar guitarra juntos há muito tempo atrás. Aí, a idéia de criar uma banda própria apereceu, como acontece com muitos músicos por todo o mundo. Foi assim que o Enthring nasceu e cresceu até onde estamos hoje.

 

RB: Vocês lançaram um EP antes do full-lenght “The Grim Tales Of The Elder”, o qual era intitulado “Maelstrom”. No EP, as músicas aparecem mais com uma pegada mais de folk metal, mas o full-lenght mudou completamente a sonoridade da banda. Vocês por acaso erm uma banda de folk metal?

Enthring: Bem, é verdade que o “Maelstrom” parece muito com folk metal, até acabamos tendo que considerar o EP como. Mas, é nosso primeiro lançamento, ainda estávamos passando por um processo de aprendizado com tudo. Além de que, ali são nossas primeiras composições juntos. Hoje em dia, com o “The Grim Tales Of The Elder”, tudo mudou, e acho que não existe nenhum motivo para chamar o full-lenght ou a gente de folk metal.

 

RB: Às vezes, a melhor coisa para definir o gênero de uma banda é perguntar as influências dela. Então, quais são as suas maiores influências?

Enthring: Kalmah, Children Of Bodom, Equilibrium, Ensiferum, Wintersun, Eternal Tears Of Sorrow, Sonata Arctica e Nightwish. Essas são as bandas que ouvíamos enquanto crescíamos.

 

RB: Sua sonoridade é muitas vezes comparada com Equilibrium, outras com Ensiferum e ainda com Children Of Bodom. Pessoalmente, eu acho mais parecida com Kalmah. Vocês concordam com isso?

Enthring: Como você pode ver acima, todas as bandas que mencionamos nos tornaram no que somos hoje. Mas o que mais impressiona nesse novo CD, é que você pode ouvir algumas similaridades com as bandas, mas tem muito mais do nosso toque especial. Nós fazemos o nosso som, não copiamos o deles. Em uma resenha do CD, veja só o que escreveram: “É um álbum que tem um som fácil de ser identificado, mas é impossível coloca-lo em uma caixinha arrumadinha.” Nossa música é construída com diferentes elementos os quais reverenciamos em diferentes estilos dentro do metal.

 

RB: Agora me fale sobre como foram as gravações do “The Grim Tales Of The Elder”.

Enthring: Sem descanso algum! (risos) Nós tínhamos muita coisa para fazer e muito pouco tempo para elas. E muitas coisas no álbum final mudaram dos rascunhos originais, mas foram todas mudanças para o melhor. Foi nossa primeira vez em um estúdio, nós éramos apenas, digamos, amadores. Foi difícil e cansativo, mas valeu a pena! É claro, ainda arranjávamos um tempinho para jogar NHL e ir para a sauna! (risos)

 

RB: Vocês já estão gravando coisas novas? Se sim, como está indo tudo?

Enthring: Nós já tínhamos material pronto mesmo antes de gravar o “The Grim Tales Of The Elder”, mas não vimos a necessidade de colocar tudo no CD. Ele já é perfeito do jeito que é. Mas nunca apressamos o processo de novas músicas. Quando as idéias vêm, vamos aperfeiçoando aos poucos. O material já é no nível do CD, e ainda está todo “cru” (risos).

 

RB: Normalmente, quem é o responsável pelas composições do grupo?

Enthring: Tommi e Petteri que são os cabeças do time na hora de compor e escrever as letras. Depois que a música está completa, nos juntamos e moldamos para a forma final. No CD, uma exceção é a faixa “Rend Me Asunder”, onde o Mika também ajudou nas composições.

 

RB: Muitos não os conhecem ainda, mas vocês têm muitos fãs na Finlândia?

Enthring: Estamos indo bem aqui, tem bastante gente que gosta da nossa música. Nós estivemos muito ocupados com as artes do CD, mas agora finalmente soltaremos o CD físico. Uma surpresa gratificante para nós foi descobrir que nossos fãs mais leais são de fora da Finlândia, então nosso trabalho também está sendo feito para fora das fronteiras finlandesas.

 

RB: Qualquer um que viu os seus vídeos ao vivo de 2010 ou esteve em um show naquele período viu uma tecladista. Mas, vocês não estão mais com ela. Você poderia dizer o que aconteceu e se a banda está à procura de uma nova pessoa?

Enthring: É sempre difícil falar sobre membros que saíram da banda. Ainda mais sobre os primeiros membros, pois eles também eram grandes amigos. É mais fácil falar que os nossos caminhos se separaram no meio da estrada. No momento não estamos procurando ninguém, mas se alguém com muita habilidade e dedicação aparecer, nós com certeza pensaremos sobre, estamos felizes sobre como tudo está.

 

RB: Qual a sua música favorita do Enthring? A minha é “Silent Chanter”, que tem potencial para ser um hit em qualquer lugar que for tocada.

Enthring: Bem, vamos fazer uma lista, para facilitar aqui. Petteri: “I, The Exiled” e “Citadel”. Tommi: “Mellowheart” e “Citadel”. Mika: “Rend Me Asunder” e “The Second Vengeance Orchestra (não lançada)”. Henri: “Silent Chanter” e “Citadel”. Algumas músicas são meio complexas, por isso precisam de mais de uma ouvida para realmente se abrirem aos seus ouvidos.

 

RB: Devo perguntar, quem foi o responsável pelo desenho da capa do CD de vocês? É realmente muito impressionante.

Enthring: As artes do CD foram todas desenhadas por Dennis Sibeijn (www.damnengine.net). Ele é um artista holandês, um gênio, um profissional de verdade.

 

RB: Beleza, muito obrigado pelo seu tempo! Deixo aqui um espaço para vocês falarem com os fãs brasileiros!

Enthring: Bem, gostaríamos e devemos agradecer vocês por tudo que estão fazendo por nós, não só os fãs, mas como a ROCK BRIGADE e os leitores dela. Estamos esperando ansiosamente para podermos ir tocar para vocês. Lembrem-se de nos mostrar para seus amigos e inimigos, assim as coisas acontecem mais rápido!!

 

Ainda não conhece ou ajudou o Enthring? Está esperando o quê? Clique no link http://demoseta.nummirock.fi/enthring. Aí é só clicar em “Suosittele”, depois em “Vahvista” e pronto! Você já recomendou a banda para o festival! Aproveite para conhecer um pouco o som da banda no mesmo link, ou no canal deles no YouTube: youtube.com/user/EnthringBand.

Você precisa ter uma conta no Facebook (é bem fácil e rápido de criar, caso você não tenha).

E você poderá conferir as resenhas completas do EP e do primeiro full-lenght na nossa próxima edição ROCK BRIGADE!


Leave a comment

ICED EARTH: Banda se apresenta em Curitiba!


A Negri Concerts e Lamparina Produções informam o Iced Earth também se apresentará na cidade de Curitiba, no dia 24 de março de 2012, no Master Hall!

https://i2.wp.com/heavynation.blog.uol.com.br/images/800px-IcedEarth2011.jpg

A apresentação de São Paulo, que era nesta data, foi transferida para o dia 25 de março, ainda no Espaço Lux. Os ingressos da apresentação em Curitiba estarão à venda no site da Disk Ingressos.

ICED EARTH

Em 1985, o guitarrista Jon Schaffer montou a banda The Rose, na cidade de Indianápolis. Em 1988 Jon mudou o nome de sua banda para Iced Earth, com o objetivo de acabar com uma duplicidade de nomes que existia no mercado.

Aos vinte e seis anos de história e onze álbuns lançados, entre eles clássicos como “Burnt Offerings”, “Something Wicked This Way Comes” e “The Horror Show”, a banda norte-americana agora apresenta seu novo vocalista.

Em agosto deste ano, Matthew Barlow realizou seu último show com a banda na Alemanha, e foi anunciado que sua saída estava confirmada, para poder ter mais tempo com a família. No lugar dele, foi escolhido recentemente o vocalista Stu Block. Junto com essa mudança, a banda promove seu novo álbum, “Dystopia”.

SERVIÇO – ICED EARTH
Data: 24/03 – Sábado
Horário: 21h30
Local: Master Hall
Endereço: Rua Itajuba , 143 – Portão
Informações: (41) 3315-0808
Classificação Etária: 16 anos

INGRESSOS ANTECIPADOS

Pista: R$ 90
Camarote: R$ 140

PONTOS DE VENDA:
Bilheterias do Master Hall

Quiosques shoppings: Mueller, Estação e Palladium

Lojas: Dr Rock, Let´s Rock e Tunel do Rock
Venda online: WWW.diskingressos.com.br

Realização: Negri Concerts


1 Comment

SEPULTURA: Apresenta novo website!


Aplicativos para iPhone prometem fazer a festa dos fãs. Cerveja de trigo e ecobag são sucesso de vendas na loja virtual!

Sepultura no Rock in Rio 2011 ( Foto Andre Smirnoff)

O SEPULTURA, principal potencia do Rock/Metal brasileiro no exterior, acaba de estrear seu mais novo website oficial. Totalmente inovado, o site apresenta um design moderno que permite uma navegação rápida, de fácil acesso, dinâmica e muito mais interativa.

Desenvolvido pelo renomado Gustavo Sazes, o portal promete ser um mecanismo de comunicação rápida e eficiente com os internautas. Se o fã tiver conta no Twitter ou Facebook, poderá se conectar ao site e manter intereração direta com as redes sociais. O destaque fica por conta dos aplicativos para o iPhone. Todo o site está em português e inglês.

Além da história detalhada do SEPULTURA, os internautas podem conferir fotos e vídeos exclusivos da banda em turnê pelo Mundo, as principais notícias, toda a agenda do grupo, além de acessar a loja virtual onde é possível comprar vários acessórios como camisetas, CDs, a deliciosa cerveja de trigo e a estilosa ecobag.

Recentemente, os brasileiros foram confirmados como uma das principais atrações do Rock in Rio-Lisboa 2012. Derrick Green (vocalista), Andreas Kisser (guitarra), Paulo Xisto (baixo) e Eloy Casagrande (bateria) se apresentam no Palco Mundo, ao lado do grupo de percussão francês Tambours du Bronx, no próximo dia 25 de Maio. O Dia do Metal também terá Metallica, Evanescence e Mastodom.

Neste momento, o SEPULTURA está em plena turnê de promoção do novo álbum “KAIROS”, considerado um dos melhores discos lançados em 2011 pela imprensa nacional e internacional. Este trabalho conta com por 17 composições e foi lançado no mercado via Laser Company/Nuclear Blast.

Acesse o site oficial em:  http://sepultura.uol.com.br.

Links relacionados:
http://sepultura.uol.com.br
https://www.facebook.com/sepultura
http://www.myspace.com/sepultura
http://www.youtube.com/sepulturacombr
http://flickr.com/photos/sepulturacombr
http://twitter.com/sepulturacombr
https://plus.google.com/117894230890293676222/posts
http://www.sepularmy.net
http://twitter.com/sepularmy

Fonte: The Ultimate Music – Press


1 Comment

ELUVEITIE 2012: Mais Fotos e Resenha do show de Curitiba!


Fotos Andre Smirnoff

This slideshow requires JavaScript.

Texto Camila Buzzo

2012 – O lendário ano do folk metal continua!

Depois que o folk metal definitivamente abriu os olhos para o sul do mundo, ano passado, ouso dizer que esse gênero está prestes a se consolidar dentro do vasto calendário de shows que vêm sendo confirmados no Brasil. O ano de 2011, nomeado por quem vos fala de “ano do folk metal no Brasil”, deu muitas alegrias aos folkers brasileiros, a começar pelo Eluveitie, banda que confirmou sua segunda vinda ao Brasil ainda ano passado! Que eles voltariam ninguém tinha dúvidas. No blog oficial da banda, logo após sua primeira passagem por aqui, não faltaram elogios ao público brasileiro – inclusive que os fãs tupiniquins os faziam se sentir verdadeiras celebridades! Não pude deixar de vasculhar, e relembrar, minha última resenha do show do Eluveitie, ano passado, que tive a honra de estar presente. “Após perguntar ao Siméon [Siméon Koch, guitarrista] o que ele tinha achado da experiência de tocar no Brasil e ouvir como resposta que foi muito boa e que todos eles já pensavam em voltar, ainda esse ano, para mim bastou.” Ele errou por muito pouco.

Além de tudo isso, os fãs brasileiros foram os escolhidos (pelos deuses do metal!) para estreiar a tour do novo álbum do Eluveitie, Helvetios, que está para ser lançado no dia 10 de fevereiro. Também devido ao enorme sucesso, foram novamente confirmadas três datas no Brasil, nas mesmas cidades que sediaram as apresentações do ano passado. Dessa vez, foi o público curitibano quem teve a sorte de ouvir as canções inéditas pela primeira vez – salvo pelo show da banda no mini-festival Eluveitie & Friends, realizado no dia 30 de dezembro do ano passado em Zurique, onde os fãs suiços tiveram o privilégio de ouvir os lançamentos ao vivo, saídos do forno, antes que qualquer mortal deste mundo.

A banda, que chegou à capital paranaense no início da tarde, dessa vez não teve muito tempo livre para fazer contato com os fãs, embora, durante a passagem de som, um ou outro músico, como Kay (baixo) e Siméon, deram as caras no portão dos fundos da casa de show e tiveram boas conversas com os que estavam ali, enquanto a fila se formava na outra esquina. Antes da abertura dos portões, o Eluveitie ainda fez um Meet and Greet com o pessoal do fã clube brasileiro (Eluveitie Brasil).

A banda escolhida para esquentar o público, apesar de pertencer, de alguma maneira, ao gênero “folk”, não deixou de ser inusitada. Pela primeira vez, uma banda de música puramente celta tocou numa noite de metal aqui em Curitiba, embora muitos aqui saibam que bandas como o Taberna Folk sempre participam de festivais de folk metal em São Paulo. Os curitibanos do Thunder Kelt, um dos únicos que podem ser vistos regularmente tocando música celta na capital, subiram ao palco logo depois da abertura dos portões do Music Hall, às 21 horas. Enquanto os fãs entravam, os reels (a forma mais popular de música da Irlanda, que possui um ritmo vivo e, por vezes, rápido) tomavam conta do lugar. Apesar dos muitos aplausos, apenas alguns se atreviam a dançar – e perdiam a oportunidade de fazer uma das coisas mais divertidas que existem na vida de um folkeiro, por mais desajeitadas que sejam. Em pouco mais de meia hora, o Thunder Kelt tocou a saideira e pareceu um tanto desapontada com a atuação do público, de fato bem diferente do que vêem nas terças-feiras do Jokers. Enquanto a banda tirava os instrumentos típicos do palco, como as flautas, a gaita de fole e o bodhránn, os músicos do Eluveitie se preparavam para a grande noite. Alguns minutos depois, era possível vê-los checando seus instrumentos, na lateral do palco, antes do início tão esperado do show.

Finalmente, perto das 22 horas – e sem segredo algum – as luzes se apagam, e todos os oito integrantes do Eluveitie tomam suas posições no palco para em breve ficarem na história, mais uma vez, do folk metal em Curitiba. Ao som de Otherworld, faixa instrumental introdutória do último álbum já lançado da banda, Everything Remais (As it Never Was), entram Ivo Henzi e Siméon Koch (guitarras), Kay Brem (baixo), Patrick “Päde” Kistler (flautas), nossas queridas meninas Meri Tadic (violino) e Anna Murphy (vocais e hurdy-gurdy) para, por fim, a banda ficar completa com o vocalista Chrigel Glanzmann e Merlin Sutter, o homem da bateria.

Repetindo a própria sequência do álbum, a primeira e explosiva música executada pelo Eluveitie promete um show arrasador – Everything Remains. Ainda há tempo para os que vêem os suiços pela primeira vez se dêem conta do espetáculo que apenas começara! Para quem via e ouvia a música pela segunda vez ao vivo, não houve grandes surpresas; neste caso, isto comprova que a exímia atuação dos músicos em palco continua a mesma. O carisma de Chrigel Glanzmann também – na primeira oportunidade, o vocalista, em nome de toda a banda, afirma que é um prazer imenso estar de volta a este belo país. Na sequência, durante Nil e Kingdom Come Undone, músicas também presentes no setlist do ano passado, um mosh se forma após um sincero pedido do líder do Eluveitie. “We need to see some energy”, diz ele, para uma troca justa com o público depois de gastar sua poderosa voz gutural.

Com o público já deixando seus corpos agirem por conta própria, entramos no bloco das músicas inéditas! Incrivelmente, não começamos com nenhuma canção do álbum novo. Segundo Chrigel, a próxima música jamais havia sido executado ao vivo na América Latina antes. Ele falava de Calling the Rain, décima primeira faixa do álbum Slania (meu preferido, por sinal, e que quase não teve chance nessa turnê). Uma ótima escolha, realmente inesperada e, por isso, muito aplaudida! O oposto se dá na próxima música, Thousandfold, já quase obrigatória nos shows do Eluveitie – todos ali souberam cantar pelo menos o refrão. O público se aquecia para apenas ouvir as esperadas canções do Helvetios. Foi o que eu pensei antes de presenciar a participação do público durante Havoc – muitos gritos e tentativas de acompanhar a letra desta canção que, segundo Chrigel, era mesmo inédita ao vivo! O sorriso de satisfação dos músicos certamente passou a sensação de dever cumprido aos fãs.

A noite seguiu com Tarvos, em cuja introdução formava-se um dueto, se é que pode-se chamar assim, entre Päde e o multi-instrumentista da banda, Chrigel, que alternava de forma brilhante o microfone e a flauta. No ápice da noite brutal, dessa vez a exigência é que o público forme uma wall of death! Desafio aceito – após um gutural de estremecer o corpo logo no início de (Do)Minion, o mosh rola solto na pista. Destaque para os backing vocals de Siméon.

Em mais uma virada fenomenal, entramos no momento mais sublime do show. A Rose for Epona foi, com certeza, uma das novas canções mais esperadas do show. Seu clipe oficial foi colocado no ar no dia anterior e a música causou certa polêmica entre os fãs; até li comentários intencionalmente pejorativos dizendo que aquilo soava “Evanescence versão folk metal”. Talvez a atuação totalmente livre de Anna Murphy tenha causado tanto frisson – nada em desacordo com a história que a música narra, cheia de sentimento. Porém, de forma geral, a bela canção foi muito bem recebida, e a voz de Anna, ao vivo, superou as expectativas, embora sua presença de palco tenha sido um pouco tímida. Muitíssimo aplaudida, como de se esperar!

Mais metal pesado e músicas inéditas daí em diante, com Meet the Enemy, a primeira música do Helvetios a ser liberada pela banda na internet, e The Siege, uma das mais diferentes de tudo que eu já ouvi vindo do Eluveitie, durante um dueto de guturais de Chrigel e Anna. Mais uma queridinha dos fãs estava no setlist – Quoth the Raven, onde o destaque está, mais uma vez, no gutural de Anna Murphy na parte final da canção. Quando o público começa a se aquecer, já entramos na parte final, mas não menos empolgante e surpreendente, da inesquecível noite.

Inis Mona começa, mais uma obrigatória do Eluveitie, e a euforia toma conta da pequena multidão. Enquanto muitos cantam, outros batem cabeça ou pulam. Como é velha conhecida do público, Chrigel não pôde deixar de fazer a também velha brincadeira do refrão, que estoura num coro uníssono. Ao final, os músicos agradecem e saem do palco para voltar rapidamente, quando fazem uma longa sessão de elogios aos fãs brasileiros. É anunciada a última música da noite, Tegernakô, eleita por mim, e por muitos, a melhor do show. Motivo: nela foi possível dançar muito e fazer cabelos voarem, como todo bom folk metal deve ser! Sob a chuva de aplausos, recebemos ainda mais elogios. “Cheers!”, dizem eles, antes de deixar o palco. Mais uma noite memorável termina, pois absolutamente todos os que participaram do espetáculo se sentiam absolutamente felizes. Os músicos até voltaram para se despedir novamente dos fãs, como se na verdade não quisessem deixar a casa, enquanto guardavam seus equipamentos.

Na correria da turnê brasileira, não foi possível realizar aquela tradicional e longa sessão de fotos e autógrafos após o show. Apesar disso, os músicos deram um jeito de fazer o máximo de fãs felizes no curto tempo que lhes foi dado entre o camarim e a van que ia para o hotel. Daqui, a banda partiu para Belo Horizonte, onde tocou no dia seguinte.

Em linhas gerais, Curitiba realmente deve orgulhar-se de receber músicos tão talentosos como os suiços do Eluveitie, e espero que essa não seja apenas a segunda vez! Não posso deixar de fazer algumas comparações entre o show do ano passado e este show de 2012. Apesar da grande diferença entre os dois setlists, marcado principalmente pela falta da épica “Your Gaulish War”, ambos foram perfeitos para a ocasião em que foram executados, já que a vinda do Eluveitie pela segunda vez e em menos de um ano teve um foco bastante diverso (divulgar as canções mais novas da banda). Nota 10.

SETLIST CURITIBA

Otherworld

Everything Remains (As it Never Was)

Nil

Kingdom Come Undone

Calling the Rain

Thousandfold

Havoc

Tarvos

(Do)Minion

A Rose for Epona

Meet the Enemy

The Siege

Quoth the Raven

Inis Mona

Tegernakô


Leave a comment

FOO FIGHTERS: Novo Video Clip será lançado no Facebook!


Novo vídeo clip da banda FOO FIGHTERS será lançado no Facebook!

https://i1.wp.com/inovador.org/wp-content/uploads/2011/08/Foto-Foo-Fighters-2011.jpg

Com o avanço da popularização das mídias sociais, a Sony Music Brasil, no dia 31/01, terça-feira, fará o lançamento mundial do novo clipe do FOO FIGHTERS chamado “These Days” e para vocês assistirem no Brasil esta exclusividade, vocês terão que adicionar página da gravadora no Facebook.

Confirme a sua presença e convide os amigos!

http://www.facebook.com/events/219108711512870/

Fonte: Sony Music Brasil


Leave a comment

MOTOROCKER: Dupla apresentação marcou o aniversário de Marcellus!


MOTOROCKER se apresentou duas noites na A Casa do Tal e comemorou o aniversário de Marcellus!

Fotos Xavier Jr.

This slideshow requires JavaScript.

Por Viviane Ferreira

Nos dias 20 e 21/01, a banda Motorocker se apresentou no bar “A Casa do Tal”.

Os shows marcaram os aniversários de Marcellus (vocalista do Motorocker) e Marlos (frontman da banda Paranóia).

Na primeira noite, quem ficou responsável pela abertura foi a banda “Paranóia”, que subiu ao palco exatamente as 00h16 e agitou o público com os maiores clássicos de Raul Seixas.

Por volta das 2h, os caras do “Motorocker” deram continuidade à noite. Com a platéia aquecida pela banda anterior, já na primeira música os malárias mostraram que a noite continuaria quente. Back In Black foi à escolhida para abrir o show e logo em seguida vieram “Blues do Satanás” e “Igreja Universal do Reino do Rock”, ambas do primeiro álbum da banda.

Mesclando Próprias e músicas da sua maior influência, AC/DC, o show durou aproximadamente 1h30, e como de costume, contou com a participação dos presentes do começo ao fim.

A banda “Tomarock” foi convidada para abertura da segunda noite. Formada por Marcelo Pereira (vocal), João Paulo Balzan (guitarra), Vinicius Brandão (baixo) e Luis Beto (bateria), interpreta diversos clássicos do Rock N’ Roll e com muito carisma e talento, os caras vêm ganhando cada vez mais espaço na cena local.