X-PressON!

Levando e trazendo notícias do mundo da música!


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X-PressON!: 2 Anos de música!


A exato 2 anos atrás, era postado o nascimento do X-Press ON! , e mais uma crítica que dariam a uma sequência de 807 posts sobre música!

No início do X-Press ON! tínhamos uma média de postagem muito baixa já que inicialmente eramos para apenas publicar as coberturas de shows, com trabalhos distribuídos entre 4 sites, só que no inicio do ano de 2011, motivados por 2 textos publicados em alguns veículos, resolvemos abrir mais espaço, e começamos a publicar notas, e na sequência realizar notas, entrevistas, resenhas e as  fornece-los para diversos sites. Hoje são 8 sites.

Tínhamos uma média de 1 post a cada 2 dias, passamos em 2011 para 1 por dia, e hoje aumentamos para uma média de 2 por dia.

Outros números que mais cresceram foram os de acessos, inicialmente tínhamos uma média de 30 acessos/ mês, e hoje alcaçamos uma média diária de 320 acessos, quase o dobro em relação ao ano passado.

Mas foi de janeiro de 2011, após esta mudança que estes números foram para uma sequência até chegar a nossa média mensal entre 1o mil acessos.  E ao todo, até ontem totalizamos  153.066 acessos.

O dia com maior número de acessos foi no dia 16 de novembro de 2011  com 16.997  acessos, com a mobilização de pessoas para votar nas bandas que elas desejavam que fosse chamadas para o MOA.

E também sobre o MOA que tivemos o post  METAL OPEN AIR 2012: Quais bandas – NACIONAIS – que VOCÊ quer ver no Festival? que foi o mais visto de todos os tempos com 40.024 acessos, e na sequência a nossa Home Page com 15.247 acessos, e em terceiro o post  METAL OPEN AIR 2012: Quais bandas INTERNACIONAIS que VOCÊ quer ver no Festival? com 7.843 acessos.

Dentre outras conquistas, o site do X-PressON! vem se destacando em sites de busca estando presente em seus resultados ou logo no topo ou pelo menos na primeira página de resposta. Além de artistas consagrados compartilharem  nossos textos e fotos em suas redes sociais.

Agradeçemos aos sites Rock Brigade, Universo do Rock, Portal Rock Press, Arquivo Metal CWB, Metal Arena, Curitiba Rock, Mondo Bacana, Curitiba Underground,  Portal do Inferno e Stryke Mag., que confiam seus nomes em nós.

No mais gostaria de profundamente dedicar tudo isso aos amigos incansáveis que me acompanham e que brilhantemente decodificam suas percepções e visões em palavras que completam o nosso trabalho com seus excelentes textos.

Muito obrigado, (em ordem alfabética) Anna Tuttoilmondo, Camila Buzzo, Chrystian Choinski, Daniel Azevedo, Nádia Gritte, Viviane Ferreira, e o Fotógrafo Xavier Jr.


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X-Press ON!: Destaque a frente de grandes sites como UOL, GLOBO.COM, GAZETA DO POVO, OBA-OBA, E G1!


Perto de completar 2 anos de existência, o X-Press ON! é o destaque em sites de buscas, tendo seus posts relacionados acima de grande sites e portais de renome!

X-Press ON! na frente de grandes sites e portais!

Desde o primeiro dia do Festival LUPALUNA, que os nossos posts estão em destaque nos sites de busca aparecendo acima de sites e portais como UOL, Gazeta do Povo, Oba-Oba, e até do G1. É muito raro ver sites como o nosso conseguir tanto destaque e sobressair dentro de tantos outros que tem melhor apresentação, recursos humanos e materiais.

Foi com um trabalho online, rápido, e de qualidade,  aliado aos inúmeros fãs-seguidores-assinantes do X-Press ON! que nos colocou em destaque acima de tantos outros sites e portais de renome que existem.

O nosso muito obrigado as Assessorias de Imprensa (Evidência em particularmente), aos Produtores (destaque, Chrystian e Marcio da Futura1), as Casas de Shows, a todas as Bandas locais de som próprio, e em especial a você que nos lê e nos acompanha diariamente,  e que com cada click fez tudo isso se tornar um fato!

Obrigado mesmo,
Equipe X-Press ON!


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METAL OPEN AIR: Do sonho a tristeza profunda!


Em 30 anos de Metal, vendo todos os tipos de dificuldades de bandas e produtores, eu já mais pensaria um dia em ter que passar pelos sentimentos tão tristes como foi de ter ido até o MOA.

Com um sonho que nós estaríamos dando um passo numa direção em que teríamos um mega festival único e exclusivo de Heavy Metal no Brasil, e com muitas esperanças, eu como vários brasileiros e até estrangeiros seguimos de nossas cidades até São Luís.

Nunca imaginava que já no caminho começaria os cancelamentos de shows e os problemas que ainda estariam por vir.

Eu não estou aqui para defender ninguém ou crucificar ninguém, por isso segui a risca com o meu profissionalismo, tentando informar, trazer notícias, alertar, e tudo mais para as pessoas que não tinham acesso a informação alguma.

Em todo o momento do primeiro dia, ainda acreditei que mesmo com problemas, as bandas que já estavam na cidade ou que já haviam confirmado sua vinda, poderiam e fariam seus shows.

Foram muitos problemas para o público como falta de estrutura, segurança e qualidade de local do alojamento e alimentação. Assim também para todos da imprensa, que não tivemos nenhuma condição mínima de estrutura para um trabalho online e rápido como é os tempos de hoje, além de alguns problemas que o público também teve, como segurança de nossos pertences e alimentação.

As únicas coisas realmente boas do dia ainda foram às bandas que honrosamente, subiram ao palco e fizeram apresentações muito boas. A qualidade do som que para o público estava também muito bom. Apenas para os músicos que parecia que não estava. E a melhor, a liberação da área de fotos durante os shows inteiros de cada banda, um sonho de consumo, uma utopia para todos os Fotógrafos que sempre desejam não ficar limitados a três míseras músicas iniciais, e tem vontade de também registrar todos os momentos da banda em palco.

Mesmo assim no final ainda do primeiro dia, ficou uma esperança, um sentimento que poderia tudo ser resolvido, reparado, consertado e aprimorado para o dia seguinte, e que tudo seguiria e teríamos ainda os outros dias do festival pela frente. Pois assim eu já vi em outros eventos e festivais, as produções conseguirem consertarem os problemas de um dia para o outro.

De verdade, eu como muitos músicos e público no primeiro dia, até acreditamos muito numa melhora e cheguei postar que apoiava o evento, e o deixei até quando fui…

No sábado, mesmo sendo já acordado por mais cancelamentos, e muitos rumores que tudo estava indo de mal a pior, segui com o meu grupo para o local do show. Ao chegar, já fui vendo que nada foi melhorado, condições precárias para galera do camping, que não tinham banheiros dignos e outras estruturas prometidas, nada foi visto, reparado, ou melhorado. Inclusive a nossa estrutura para a imprensa, que continuava a não existir.

…e assim quando constatei que não houve nenhuma melhora, logo em seguida, eu apaguei meu post de apoio.

Entendam que até este ponto, acredito que como eu, as bandas, todos nós ainda estávamos acreditando que mesmo tendo que “dar uma cota de contribuição” , para que este evento acontecesse, para nós valia a pena superar a falta de estrutura, a falta de organização, e tudo mais por acreditar neste bem maior, que seria o evento acontecer para o público. Só que nós, nós nos enganamos…

No evento, o único produto fartamente servido dentro das condições próprias para consumo, ainda era a cerveja, vendida em muitos pontos espalhados pelo evento e sempre gelada.

Chegando próximo ao palco e a área VIP, reparei logo que não havia nenhum tipo de segurança limitando o acesso, tanto que todos do meu grupo ali entraram e ficaram durante o dia todo e durante todos os shows.

Adentrando a uma área que nunca deveríamos ter acesso como foi no primeiro dia, pude começar a ver que os terceirizados estavam debandando, o som estava sendo retirado, e depois foi a vez da retirada de 14 dos 16 camarins.

Mas foi ainda durante a retirada do equipamento de palco que começou o público a ver que estavam acabando com o festival, e muitos vieram à beira dos palcos para cobrar uma satisfação. Um senhor de nome Marcelo, corajosamente pegou o microfone, chamando a responsabilidade, e também esclareceu os cancelamentos e as bandas que viriam ainda tocar naquele dia. Afirmou que havia fechado um pacto com o pessoal e que tudo iria acontecer, precisando apenas de 3 horas para colocar a o palco em ordem e iniciar os shows do dia.

Vi que o clima entre as produções de SP e SLZ estavam muito estremecidas e que também dentro das produções já havia dissidências, e profissionais se desligando por ter nomes a zelar e já temendo o pior.

Mesmo assim, com tudo que já estava começando a acontecer de ruim, fui tentando alegremente postando via twitter cada reconfirmação. Mas foi em meio à desmontagem total do som e luz do palco do lado esquerdo, que eu diria que foi o momento mais triste, pois foi nele que eu vi que era “O início do fim”. Esse foi o momento em que perdi todas as minhas esperanças e de que nada mais poderia me garantir que o “show iria continuar”.

Como todos nós sabemos, com o fim do excelente show do Korzus, foi também o fim do grande sonho de um dia podermos ter um mega festival internacional periódico só de Heavy Metal, e só nosso.

Por fim, logo após o show foi desmontado o som e iluminação do outro palco, e algumas horas depois veio a confirmação “não oficial” de pessoas ligadas as produtoras, bandas e conhecidos, de que realmente o evento Metal Open Air estava cancelado.

Mesmo com a nota oficial da Negri Concerts que saiu no, dia 23/04, a minha sensação ou o sentimento, que é de quem trabalha no meio de Metal, de quem realmente esteve lá, de quem se importa com a cena, e de quem também viu muita coisa dali de dentro dos bastidores ainda é de se sentir totalmente arrasado, desolado, muito decepcionado, chateado com tudo e com os acontecimentos. Meu maior sentimento ainda é estar muito triste. Não consegui ainda ter raiva, indignação, revolta como muitos naturalmente estão tendo. Pra mim houve danos em várias esferas, e ainda não consigo mensurar o grau ou a dimensão dos estragos realizados pelo fracasso do evento. Serão coisas que só o tempo dirá.

Com uma tristeza profunda,

Andre Smirnoff


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OPNIÃO: Porque a MTV trata você como um imbecil?


O anúncio de que o personagem Detonator, criado pelo humorista Bruno Sutter, iria apresentar um programa chamado Rock Rolla (não por acaso, o título do primeiro disco do Judas Priest) na MTV, dedicado totalmente ao heavy metal, foi saudado com empolgação por uma parcela da mídia especializada e dos fãs do estilo, como se a emissora enfim fosse tratar o gênero com o respeito e a atenção que ele merece. É claro que isso não aconteceu!

Rocka Rolla é um programa fraco, de humor duvidoso, apresentado por um humorista cuja única piada já perdeu a graça há uns cinco anos, no mínimo. “Ah, mas o Bruno é fã de heavy metal, ele já teve até uma banda”. Pior ainda, porque hoje a sua aparição só serve para propagar uma imagem totalmente equivocada, e ultrapassada, sobre o fã de música pesada.

Antes que alguém diga que não se importa com nada disso, respondo que você está errado e deveria se importar, e muito. Afinal, é justamente esse estereótipo transmitido em rede nacional que chega até a maioria das pessoas que não consomem e não fazem parte do mundo do heavy metal. Essa tiração de sarro com a sua cara contribui de maneira decisiva em como o headbanger é visto, entendido e percebido pela imensa maioria da população brasileira.

Eles acham que nós somos violentos, burros, imbecis, desprovidos de cérebro. Eu não sou assim. Eles pensam que amamos vestir calças coladas e andar sem camisa mostrando o peito cabeludo, como se fôssemos homens das cavernas perdidos em pleno século XXI. Eu nunca fui assim. Eles pensam que o metal se resume a vozes agudas cantadas a plenos pulmões por vocalistas castrados e letras que falam sobre conquistas épicas, dragões e espadas. Há muito tempo o metal explora uma variedade enorme de temas em suas letras, falando a língua atual de um público que não para de crescer em todo o mundo.
Vale a pena, nessa história toda, fazer um paralelo com o rap. Se o gênero há anos possui um programa dedicado a ele na grade da MTV, onde o estilo não só é tratado com respeito e seriedade, mas apresentado por gente que entende do que está falando, porque o heavy metal também não? “Ah, o público de heavy metal é muito menor que o do rap”. Não, não é não. O Brasil tem um público imenso totalmente ligado e apaixonado pelo metal. E mais: esse público é extremamente fiel, e continua não apenas comprando CDs e DVDs originais de suas bandas favoritas, como cultua o colecionismo e faz questão de adquirir os mais variados itens para os seus acervos.
O heavy metal é muito mais do que um gênero musical. O metal é um fenômeno cultural, que funciona como elo de ligação entre indivíduos de classes sociais diferentes nos mais variados países, unindo pessoas de todos os continentes. Isso foi retratado de forma brilhante pelo diretor e antropólogo canadense Sam Dunn nos documentários Metal: A Headbanger’s Journey e Global Metal, que estão aí para quem quiser ver.
O heavy metal não é um estilo musical consumido apenas por adolescentes em busca de afirmação social. O fã de metal costuma se manter fiel ao estilo durante toda a sua vida. Eu tenho quase 40 anos. Ao longo da minha história musical, a minha curiosidade me fez entrar em contato com os mais variados estilos, do jazz ao funk, do blues a MPB. Porém, a única constante, o meu eterno porto seguro quando o assunto é música, sempre foi o heavy metal. Eu, como você, não sou burro. Eu não sou ignorante, não sou tapado, enxergo muito além do meu umbigo e sou capaz de falar sobre diversos assuntos. Eu não sou um acéfalo como o personagem Detonator acredita. Sou instruído, tenho curso superior, sou pós-graduado na minha área e ocupo uma posição de chefia e liderança em minha profissão. E isso não acontece só comigo. Tenho amigos médicos, engenheiros, advogados, jornalistas, professores, enfim, pessoas com as mais variadas atividades que, assim como eu, são não apenas fãs apaixonados, mas, acima de tudo, consumidores vorazes de heavy metal.
Eu, os meus amigos e, tenho certeza, você que está lendo esse texto também, não nos vemos na figura deturpada e preconceituosa de Detonator. Aquilo é uma piada sem graça, que presta um desserviço enorme para a sociedade, vendendo uma visão burra e ultrapassada sobre os headbangers.
Vou até mais fundo: o heavy metal não precisa da MTV, mas a MTV precisa do heavy metal. O metal, que nunca foi uma música amigável e produzida para o consumo em massa, criou, ao longo da sua história, os seus próprios meios de divulgação, uma ampla rede de mídia que conta a história do estilo de forma independente, à margem dos grandes veículos. Isso acontece em todo o mundo, e ficou ainda mais forte com o surgimento da internet. O heavy metal teve um papel fundamental na popularização da MTV em seus primeiros anos, porque foi através dos clipes do estilo e dos fãs apaixonados pelo som pesado que a emissora se firmou nos Estados Unidos e provou ser uma ideia viável comercialmente. Hoje, com o mercado fonográfico vivendo uma nova realidade, onde a mídia física perde cada vez mais valor para os downloads e o mundo virtual, o suporte da MTV a um gênero é um fator muito menos importante do que já foi um dia, ainda mais quando falamos de um estilo com as características particulares do heavy metal.
O Rocka Rolla é um engodo, uma produção de extremo mal gosto, ultrapassada e sem sentido. Mais do que isso: a figura do Detonator é uma ofensa, um insulto, a quem ouve e consome heavy metal. Eu não sou igual a ele, e você também não é. Eu não me enxergo naquele indivíduo escroto, e tenho certeza de que você também não. E essa opinião não é a de um cara bitolado que parou no tempo e quer, a todo custo, retomar os “mágicos” anos oitenta, muito pelo contrário. Essa opinião é a de um cara que percebe o estilo mais forte do que nunca, se renovando e se reinventando em inúmeras variações, cada vez mais extremas e apaixonantes. É isso que a MTV precisa entender: o heavy metal está muito longe daquilo que a emissora pensa que o estilo é.
Eu não sou um imbecil. Já em relação a quem comanda a MTV, tenho lá as minhas dúvidas.


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SÃO LUIS DO MARANHÃO: A Cidade do METAL OPEN AIR!


Com a confirmação da cidade sede do maior Festival nacional de Heavy Metal, o METAL OPEN AIR, resolvemos trazer para vocês informações, dicas e tudo mais para que todos começem a conhecer esta que é uma das mais belas cidades do nordeste, a Ilha de São Luis do Maranhão!

https://xpresson.files.wordpress.com/2011/11/s5.jpg?w=300

Por Chrystian Choinski e Monica Beckman

O que a maioria das pessoas pensa quando se fala em São Luís do Maranhão é em uma mistura de cidade histórica com guaraná Jesus, reggae, aquele-lugar-lá-do-Sarney e uma dança envolvendo um boi no meio dessa coisa toda. É claro que tem gente que sabe mais que isso. E é claro que tem gente que tem sorte se souber sequer disso. Então quando começaram rumores de que o maior festival de metal jamais realizado no país poderia acontecer em terras ludovicences, muitas sobrancelhas foram erguidas. Agora que o festival foi confirmado, a cara estupefata dos headbangers brasileiros continua: mas o que é que São Luís tem a ver com metal?

Créditos da imagem: Hugo Uchôa

Essa imagem que se tem de São Luís e do Maranhão não está errada. O Maranhão tem guaraná Jesus, Sarney é natural desse estado, o bumba-meu-boi é uma manifestação folclórica típica das festas juninas de lá e o há muitas festas de reggae pela capital.

O ponto é que a cidade é muito mais que isso e os headbangers que forem à maratona que serão os três dias do Metal Open Air vão ser capazes de perceber isso. Maratona sim, porque 40 bandas em 3 dias não é para o fôlego de qualquer um, ainda mais sob um calor que oscila entre os 23°C e os 33ºC, que pode fazer sofrer no início aqueles que não estão acostumados a esse tipo de temperatura.

Mas isso não é razão para desistir. Um dos pontos positivos de São Luís é que você está sempre razoavelmente perto da praia, então o banger que quiser refrescar as idéias pode tirar o dia para conhecer a cidade e ir às praias, cujo mar está sempre numa temperatura agradável.

Praia não é muito a sua? Agende uma visita ao Parque Botânico da Vale. Lá, o visitante pode fazer trilhas ecológicas e entrar em contato com diversas espécies de fauna e flora. Se preferir uma distração mais próxima e mais urbana, também não é problema – vá dar uma volta na Lagoa da Jansen, rodeada de bares (quer jogar uma sinuca e tomar uma cerveja durante o dia? O Veneto é o lugar!) e restaurantes.

Créditos da imagem: Suzana Beckman

Ficou com fome? Não falta opção tradicional de alimentação, mas se decidir encarar provar da maranhense, não vai querer voltar para casa. Pescados, temperos e frutas regionais enchem os olhos e deixam qualquer um com água na boca.

Até para tomar um porre, o headbanger é convidado a fazê-lo do jeito maranhense. Para quem já viu o refrigerante cor-de-rosa, falta conhecer a cachaça azul-arroxeada. De produção artesanal, feita de mandioca brava, a tiquira tem um teor alcoólico fortíssimo e até quem é antigo no grode tem dificuldade de encarar a danada. Além disso, popularmente não se recomenda molhar a cabeça depois de bebê-la sob o risco de passar mal seriamente.

E não é só a tiquira. Tem pinga artesanal de todos os temperos e para tudo o que é gosto, vendido ali, numa barraca ou num casarão no centro histórico.

E não dá pra sair de São Luís sem conhecer bem o Centro Histórico. Enquanto estiver lá, em meio à diversidade cultural, às pedras de cantaria e a iluminação amarelada, e toda a maranhensidade, você vai conhecer um dos grandes orgulhos da capital do Maranhão. O Teatro Artur Azevedo. Desde o século XIX, o teatro encanta e é referência em todo o Brasil.

E tem o M.O.A., é claro. É pra isso que você está vindo. Pra curtir e respirar metal durante três dias. E o que São Luís tem a ver com isso? São Luís – e o Maranhão inteiro – tem belezas e aspectos que são impossíveis de se conhecer nos três dias que durará o Metal Open Air. Mas um deles é nosso dever mostrar: é nessa cidade que está rolando o festival que mostra pro mundo como o Brasil abraçou o metal!

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METAL OPEN AIR: Finalizando a Polêmica sobre o assunto!


Por Andre Smirnoff

Amigos Internautas, Fãs do HM, e a pessoas em geral,

Como Repórter além de Fotógrafo, fui a busca de maiores informações do que seria o Evento Wacken Rocks Brazil 2012.

E depois de muitas conversas com pessoas, e fontes não oficiais, pude constatar que houve muita especulação e muita informação desencontrada.

O Evento Metal Open Air, foi inicialmente negociado, porem foi concluído sem sucesso, para ser o Wacken Rocks Brazil 2012.

Mídias e Imprensa ansiosas por notícias e informações se precipitaram e chegaram a divulgar como se fosse realmente o Wacken no Brasil já estivesse confirmado e certo, e sem o conhecimento de nenhuma das partes envolvidas.

Com internet, mídias sociais e tudo mais, a informação incorreta de que seria um Wacken nacional, correram mundo afora, até chegar aos ouvidos dos próprios organizadores do W.O.A.

Como a Produtora Lamparina só se pronunciou neste último final de semana, anunciando o Mega Festival, todos, imprensa e fãs, estavam a merces destas informações truncadas, o que só acarretaram em mais e mais especulações e muitas outras informações erradas.

Mas agora então fica tudo esclarecido:

Versão nacional do W.O.A.  existiu, mas a produção não conseguiu fechar acordo com eles, e que tudo mais em relação ao mesmo foram especulações de pessoas e de sites.

A Lamparina ou Negri Produções nunca afirmaram nada em relação do evento ser o W.O.A nacional, pois ainda não haviam fechado negócio.

M.O.A. seguirá os padrões, os padrões de um grande festival ( tipo o W.O.A., e somente é essa agora a relação com o mesmo ), e tem como aliados produtores Alemães, a CK Concert, o que responde a bandeira Alemã na arte.

M.O.A. é uma realidade e acontecerá nos dias 20,21 e 22 de Abril na Ilha de São Luis no Parque da Independência. E quem for verá um marco na história do HM nacional!

Estamos aqui para consolidar o total apoio e interesse em poder de todas formas ajudar e divulgar o brilhante trabalho de Natanael Jr. e de Felipe Negri, que estão fazendo um marco no HM nacional desde a vinda do 1º Rock in Rio.

Reiteramos que para os preconceituosos de plantão que este evento será uma excelente oportunidade tanto para Brasileiros e “Gringos” irem e conhecerem mais uma belíssima cidade do nosso grandioso país, além é claro de curtir várias bandas!

Parabéns Natanael Jr.!

Parabéns Felipe Negri!

Parabéns CK Concerts!

Parabéns São Luis do Maranhão!

Parabéns Brasil!

E que venha o  METAL OPEN AIR 2012!!!

 

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WACKEN ROCKS BRAZIL 2012? METAL OPEN AIR? WACKEN OPEN AIR? – O Que Esta Acontecendo?


Por Andre Smirnoff

Primeiro devo pontuar que não estou aqui para desmerecer o evento ou denegri-lo, mas sim na função de Repórter e entender o todo, e passar as informações corretas para as pessoas que querem muito, e que indiferente o nome que levará, que o Festival aconteça, e que aconteça em São Luis para mostrar mais uma bela parte do nosso país para muitos de nós mesmos e para os gringos!

Mas…Pois é amigos, por mais louco e esdruxula que pareça essa situação, só posso dizer que  houve uma comoção nacional sobre o assunto e espaço em todos os veículos.

Em uma era digital, aonde até nós, uma pequena agência de notícias com uma simples e humilde pesquisa sobre um assunto relacionado com o Wacken, saímos de 300 acessos para mais de 4.000 diários, imaginem usar um nome como é o Wacken ou ser confundido com a marca o que aconteceria. E assim foi que aconteceu, com os veículos e fãs querendo saber de cada detalhe do mega evento. E com o nome Wacken a mídia especializada e outras estavam noticiando o fato como sendo a versão brasileira do grande festival Alemão e questionando porque em São Luis do Maranhão.

Como toda a mídia nós também estávamos ( e estamos ) muito interessados sempre em maiores informações, e para isso o site do Whiplash foi o primeiro, ou um dos primeiros a divulgar o Festival através do site do Kamaleão maiores informações de como estava acontecendo as negociações do evento. E foi neste mesmo site é que pudemos perceber que eles tinham boas e privilegiadas informações, inclusive uma suposta foto do jantar aonde foi fechado o negócio, e qual eu pude constatar que parece ser falsa. Leia Aqui a matéria que eu escrevi e como descobri.

Mas percebam que em todo o tempo, sempre foi ligado o nome Wacken com o negócio, e o site  já divulgando uma arte do evento, sem citar como esta sendo feito agora, dizendo que: “As imagens com a caveira e o nome Wacken que circulam na internet são montagens não-oficiais feitas por fãs.”. Muito esquisito. Mas foi assim durante a semana até inclusive a divulgação oficial ante-ontem da produtora ainda falando do nome Wacken. Clique Aqui para este post. E para logo em seguida vir o pronunciamento oficial do Wacken ( Link Aqui ), e a Produtora logo em seguida fazendo uma réplica, e depois o site Kamaleão também.

Resumindo os fatos: Kamaleão e Lamparina são muito amigos. Kamaleão noticiou como sendo uma versão do Wacken. O público e mídias acreditaram até a Organização Oficial do Wacken se pronunciar, aí todos se explicaram. Se explicou o site. Se explicou o produtor.

Mas ficou duas dúvidas ainda, porque a bandeira Alemã na arte? Proposital? Ou outras artes feitas por fãs? Por que usar o mesmo ” Open Air” que o do  Wacken? Marketing? Coincidência?

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