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MAROON 5: Resenha do show de Curitiba!


Fotos Andre SmirnoffMaroon 5 – Arena Expotrade, Curitiba

Por Viviane Ferreira

Em uma mudança radical de cenário, nós realizamos a cobertura do show da banda Maroon 5 na capital paranaense.

Sim, meus caros! deixamos o “heavy metal” por algumas horas de lado para agradar também aos troianos, nesse caso, os adeptos ao movimento “pop-rock”. Afinal, em tempos de eleições, é tendência nos rendermos a democracia.

Chegamos ao Expotrade por volta das 19h40, a quilômetros do local o transito já estava lento, o que quase nos fez perder o horário do credenciamento. Se não fosse o “jeito carioca” do meu parceiro, o fotógrafo André Smirnoff (que furou a fila do estacionamento com uma elegância tão grande que não pude deixar de comentar) perderíamos no mínimo duas horas na fila.

Pois bem, devidamente credenciados, tivemos acesso a área onde aconteceria o show antes da abertura para o público, aliás, outro ponto que não poderia deixar de mencionar foi o ótimo tratamento que nós da imprensa recebemos, o que sinceramente é muito raro acontecer nos shows realizados em Curitiba. Eis que surge a primeira má notícia da noite: a abertura dos portões que estava prevista para as 17h00 só foi acontecer as 21h00. Até aí tudo bem, logo em seguida a segunda má notícia: em virtude da greve dos servidores, os instrumentos da banda estavam retidos na alfândega, mas o show aconteceria, mesmo com atraso.

Nessa hora não pude deixar de pensar nos pobres coitados que já estavam na fila desde as 5h00 da manhã. Será que vale a pena tanto sacrifício? Perguntei a duas meninas que estavam sentadas do meu lado na Bud Zone (uma espécie de camarote que dava acesso à frente do palco) e então veio a resposta: “Viemos de Recife pra ver esse show, estamos sonhando com isso há meses”. Ok! Não está mais aqui quem perguntou… não marquei o nome das garotas, mas deixo meus parabéns pela determinação.

Eu Já estava exausta, 22h00 e nada de instrumentos, o público também já estava revoltado e novamente a produção tentou acalmar os ânimos avisando que estavam fazendo o impossível para que o show acontecesse. O jeito é esperar…

Somente as 23h00 uma boa notícia, finalmente os instrumentos chegaram. E foi a hora da equipe correr para montar tudo, em meio a muitas vaias da multidão, manifestação que achei muito injusta, pois afinal, a culpa dessa vez não foi da produção, mas sim dos servidores que querem ganhar mais que a presidenta (me perdoem o desabafo, é a minha opinião).

Depois de mais 1h30 de espera, tudo estava pronto, faltava pouco para começar.

Exatamente as 00h40 já do dia 25 de agosto, as luzes do palco se acenderam, muitos gritos histéricos, e então eles surgiram, Matt, James e o maravilhoso vocalista Adam Levine, cá entre nós, depois que o vi pessoalmente fui obrigada a soltar uns gritinhos também. Nossos leitores “metaleiros” provavelmente estão querendo me matar nesse momento.

A primeira música foi PAYPHONE, em seguida MAKES ME WONDER e LUCKY STRIKE, esta por sua vez, acompanhada por uma iluminação de palco que foi um show à parte, fiquei impressionada. E então a primeira balada da noite SUNDEY MORNING, e como já era esperado, estava na boca do povo, a banda parecia muito feliz com a recepção mega calorosa dos curitibanos.

E o show continuou com a mesma energia, IF I NEVER SEE YOUR FACE AGAIN com Levine na guitarra, provocou uma onda de desmaios do público feminino, trabalho foi o que não faltou para a equipe médica contratada para o evento.

Durante a execução de WON’T GO HOME WITHOUT YOU Adam levou plateia ao delírio novamente ao erguer a bandeira do Brasil.

Entre vários outros rits autorais, sobrou espaço para alguns covers, entre eles, uma versão de SEVEN NATION ARMY (The White Stripes) e a versão acústica de um dos sucessos que os tornou mundialmente conhecidos SHE WILL BE LOVED.

Para fechar com chave de ouro e já deixar os fãs com saudade, a atual música de trabalho dos rapazes: MOVES LIKE JAGGER, incrível.

 

Setlist Curitiba:

 

Payphone

Makes Me Wonder

Lucky Strike

Sunday Morning

If I Never See Your Face Again

Wipe Your Eyes

Won’t Go Home Without You

Harder To Breathe

Wake Up Call

One More Night

Hands All Over

Misery

This Love

Seven Nation Army

She Will Be Loved

Stereo Hearts

Daylight

Don’t You Want Me

Moves Like Jagger

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PROGRAMA PRASBANDAS: Muda de endereço para o Estúdio UnderRockCWB !


O Programa PrasBandas acaba de mudar de endereço. Agora, ele acontecerá no Estúdio UnderRockCWB!

A ideia do programa é valorizar a cena local através de shows ao vivo, transmitidos simultaneamente pela internet.

A grande sacada é que o estúdio já é velho conhecido da cena psychobilly local, dado seu dono, o famigerado Wallace Barreto, guitarrista da Ovos Presley, e um dos dinossauros que organiza o Psycho Carnival desde sua 1ª edição.

Eu já tive oportunidade de conhecer o estúdio. O legal dele é que tem espaço pra galera curtir uma cerveja ou um churras no quintal, o que deixará os shows ainda mais caseiros, já que as bandas praticamente se apresentarão entre amigos.

A primeira banda a se apresentar no novo endereço será a já citada e supermegagiga competente Ovos Presley, a data, nós passamos logo menos.


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2º MEAD FEST CURITIBA: Confira a cobertura!


Fotos Marcos Paulo | CWB Live

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Por Camila Buzzo

2º Mead Fest – Curitiba, 10/06/2012

Mais um domingo de folk metal chuvoso e frio na capital paranaense, e mais uma vez o típico junho curitibano não espantou a empolgação dos fãs do gênero no 2º Mead Fest, cuja atração principal foi a banda finlandesa Korpiklaani, que veio a Curitiba pela segunda vez para a turnê do álbum Ukon Wacka, lançado no ano passado.

Não sei quantos de vocês, leitores, estiveram presentes naquele sábado onde, pela primeira vez, realizamos nosso primeiro festival de folk metal, o Spirit of the Forest (por sinal, é o nome do primeiro álbum de sua headliner). Participaram do festival as bandas brasileiras Guardians of Asgard, Delenda Arcana, Hugin Munin, Löthloryen, Skaldicsoul, a argentina Skiltron e o Korpiklaani. Além de popularizar o gênero entre os fãs de heavy metal, o festival trouxe maior visibilidade às nossas bandas. Até hoje, a maioria delas está em atividade, inclusive com álbuns gravados, e sempre tocando com os grandes nomes do folk metal que passam pelo Brasil. Pelas minhas vagas, porém marcantes, lembranças, aquele evento reuniu amigos de vários lugares do Brasil que desde então vêm se encontrando nos shows e festivais do gênero, que crescem mais a cada ano e estão se espalhando por aí. É claro que, além de todo o esforço gerado para o sucesso do festival, não podemos deixar de enfatizar a mais que perfeita escolha da banda headliner, que já era, na época, a mais popular do gênero. Como veremos, o Korpiklaani tem o poder de reunir amigos até hoje!

Após pouco mais de dois anos do Spirit of the Forest, estamos caminhando (assim espero!) para consolidar um festival fixo em Curitiba, a exemplo do bem-sucedido ThorHammerFest, de São Paulo, que está na ativa desde 2010. Neste ano, tivemos a primeira edição do Mead Fest, no final de abril, cuja grande atração foi a banda russa Arkona, que pela primeira vez fazia turnê pelo Brasil. A abertura ficou com a banda paulista Skaldicsoul, que vinha a Curitiba pela segunda vez, além do jam realizado pelos gaiteiros do Thunder Kelt, em meio à plateia. Nesta segunda edição, as coisas melhoraram muito. Pela primeira vez, me senti bem mais próxima a um verdadeiro festival do gênero – além da boa música, havia também artesanato e comida típica medieval da melhor qualidade, feita pelas mãos do chef Eduardo Chaiben.

Assim, logo após a abertura do Music Hall, às 17:30, até o Korpiklaani subir ao palco, o público presenciou, mais uma vez, os curitibanos do Thunder Kelt em sua performance na pista e, no palco, Löthloryen e Hugin Munin, enquanto bebia hidromel em seus drinking horns e se deliciava com sanduíches de porco com ervas e tortas de Santiago.

A banda mineira Löthloryen, em sua segunda passagem por Curitiba, mais uma vez não deixou a desejar! Embora com o público ainda disperso pela casa, a banda de Power/Folk Metal começou sua apresentação com a execução em sampler da faixa introdutória de Raving Souls Society, o novo álbum da banda. Finalmente os músicos subiram ao palco – destaque para o visual do vocalista Daniel Felipe, que chegou arrebentando uma camisa de força em Face Your Insanity. O som potente e impecável da banda acabou chamando os presentes para a pista principal da casa, que a cada música vibravam e aplaudiam. O setlist, embora curto, contou com canções de todos os álbuns do Löthloryen, entre elas Namarië e Bard’s Alliance. Para fechar, nada melhor do que um cover de Blood Brothers, do Iron Maiden, para arrancar coro da plateia e aquecer ainda mais a noite, ao final de quase uma hora de show. Após muitos agradecimentos aos fãs e à organização do evento, a banda deixou o palco para dar lugar aos santistas da Hugin Munin, figura carimbada nas noites de folk metal paranaenses.

Com o palco ainda à meia luz, os instrumentistas da Hugin Munin davam início a Thor em Jotunheim, quando finalmente o vocalista Pedro “Surt” entra em cena e o som brutal da banda de Viking/Death Metal invade o Music Hall. Apesar da pose e das war paintings, a banda interage bastante com o público – que a essa altura já enchia a pista –, pedindo um wall of deathao final de Once in the Grave. Mas isto nem seria preciso, pois um mosh pit já se formava sozinho em Ten Thousand Spears for Ten Thousand Gods, faixa-título do último álbum da banda. Como sempre, a banda foi muito aplaudida a cada música executada. Ao final de sua apresentação, os integrantes do Hugin Munin também deixaram seus agradecimentos à surpreendente atuação do público e aos realizadores do festival, reconhecendo sua importância para a cena.

Do momento em que as duas bandas de abertura desceram do palco até o Korpiklaani tomar seu lugar – infelizmente, seus conterrâneos do Enthring, que também vieram para o festival, tiveram que ficar para depois da banda principal – houve só festa. Os músicos brazucas trocavam ideias e registravam a alegria do momento com os amigos curitibanos. Digo amigos, e não apenas fãs; dentro do cenário folk sempre se vêem os mesmos rostos sorridentes – as amizades ali concretizadas nem pelos deuses são desfeitas!

Finalmente, por volta das 21:20, sons xamânicos emanam das caixas de som – os espíritos da floresta chamam a todos para invadirem a pista, pois ninguém menos que o sexteto formado por Jonne Järvelä (vocais, guitarra), Kalle “Cane” Savijärvi (guitarra), Jarkko Aaltonen (baixo), Juho Kauppinen (acordeon), Matti “Matson” Johansson (bateria) e Tuomas Rounakari (violino) estava prestes a subir ao palco. O primeiro a dar as caras, Matson, agita os bumbos de sua bateria e faz sinal pra galera vibrar, enquanto os outros músicos tomam seus lugares no pequeno palco do Music Hall.

Com Hunting Song, do álbum Voice of Wilderness (2005), os fãs mostraram a que vieram – pular e dançar muito! Na sequência, Journey Man e Cottages and Saunas, do mesmo álbum, arrancaram os primeiros “hey hey” do público, que acompanhava a bateria em coro. Antes de continuar, devo comentar também sobre a empolgação dos finlandeses no palco, algo que poucas bandas possuem; talvez porque poucas bandas transmitem a energia que o Korpiklaani passa – e, ao vivo, percebe-se infinitamente maior! E, se pensam que os músicos vão se cansar ao longo da noite, estão redondamente enganados.

A noite segue com Juodan Viinaa, agitada e um tanto “perigosa” (para mim, que corria o risco de ser arrastada pela multidão que pulava e cantava junto com Järvelä), na qual já era possível presenciar gente pulando de cima do palco, tal como ocorre nos bons shows de heavy metal. Curiosidade: Juodan Viinaa é uma canção original de seu conterrâneo Hector, de 1990, e já foi regravada, além do Korpiklaani, por outros quatro artistas finlandeses. O vocalista agradece, após os aplausos, e diz que é muito bom estar novamente em Curitiba.

Com Lonkkaluut, abre-se a série de canções do Ukon Wacka – facilmente perceptíveis pelo fato de muita gente não agitar tanto quanto nos clássicos. Aí vem a grande surpresa da noite. Apesar da turnê do Ukon Wacka, o Korpiklaani está para lançar mais um álbum este ano, Manala. Uma das expectativas dos fãs era a inclusão de alguma (ou algumas, para os mais otimistas) das novas canções no setlist. A já divulgada Metsälle foi a escolhida, cuja melodia era acompanhada em coro enquanto Jonne eternizava mais um de seus gritos xamânicos. Canção belíssima e que mostra que os finlandeses, em seu oitavo álbum, não perderam absolutamente nada de suas raízes. E mais surpresa vem por aí.

É hora do violinista Tuomas Rounakari, que entrou no Korpiklaani logo após a saída de Jaakko “Hittavainen” Lemmetty, mostrar suas habilidades. Que ele era competente para assumir o mais marcante instrumento da banda, ninguém duvidava, já que tem um projeto chamado Shamanviolin, no qual realiza uma “performance solo totalmente acústica onde o violino tradicional é modificado através de afinação e técnicas de execução. É uma one-man-band com execução simultânea de violino, sons vocais e sapateado” (texto retirado do site oficial do Shamanviolin). Nada melhor, portanto, do que mostrar ao público uma de suas canções próprias, Langetus. Com toda a certeza, foi a primeira vez que se viu, ao vivo, algo semelhante no Brasil. Violino e homem uniram-se para mostrar todo o feeling presente na cultura de um dos países mais gelados e fascinantes do globo, numa performance excepcional. Não me atreverei a descrever musicalmente tal feito, já que nunca vi nada igual nesta minha curta vida – aos mais curiosos, existem alguns vídeos de Langetus no YouTube enviados por fãs presentes nos shows da turnê. Na sequência, Vaarinpolkka fecha, por enquanto, a série das surpresinhas da noite, com direito à bela polca finlandesa dançada por Tuomas, ainda muito empolgado com os calorosos aplausos feitos pelos fãs.

“Are you ready to get some vodka?” [Vocês estão prontos para ter um pouco de vodka?] com toda a certeza foi a pergunta mais esperada da noite. Jonne, ao ouvir resposta positiva, ergue a garrafa de uma das várias bebidas adoradas pelos finlandeses, enquanto Cane despeja o líquido transparente em alguns drinking horns erguidos na plateia. E então começa a série etílica do festival! Com a intro de Vodka sendo tocada lentamente, Cane assume os vocais e dá pistas do que está por vir. Os fãs vão ao delírio com uma das mais famosas canções do Korpiklaani. Dentre as surpresas do Ukon Wacka, está o cover de Iron Fist, clássico do Motörhead, que não ficou de fora da turnê – afinal, um pouco de heavy metal puro também faz bem! Wooden Pints vem na sequência, infelizmente uma das duas únicas canções do álbum Spirit of the Forest que ainda estão presentes no atual setlist da banda. “Are you happy? Are you boozers?” Com toda a certeza! Happy Little Boozer vem aí, com destaque para o acordeon de Kauppinen na intro, acompanhada em coro, e a performance mais do que cômica de Cane nos backing vocals. Alvoroço na plateia, agora composta por muitos fãs bêbados – a instrumental Pine Woods dá o compasso da dança, cada vez mais desconjuntada pelo quase etéreo estado dos presentes. Inclusive, um deles sobe ao palco e honrosamente recebe a guitarra de Järvelä, mas não sabe o que fazer com ela. Com um solo fenomenal de Cane, se inicia mais um dos momentos memoráveis do 2º. Mead Fest. Durante a performance solo de Matson, é a vez de Cane entreter o público com uma sensual dança; difícil encontrar quem não riu diante de tal cena. Tequila e Beer Beer completam o cardápio de bebidas do setlist e os músicos deixam o palco para o encore de logo mais.

Na parte final da apresentação, nem os músicos nem o público dão sinais de cansaço. Em Hullumhumppa, instrumental do Spirit of the Forest, Cane corre de um lado pro outro no palco, enquanto a multidão se agita na pista. Tuoppi Oltta e Il lea Voibmi, esta última originária dos tempos primórdios do Korpiklaani, quando ainda se chamava Shaman, fecham a inesquecível noite, mas os músicos hesitam em deixar o palco após uma hora e meia de show e aplausos intermináveis. Não sei dizer ao certo qual dos ingredientes faz com que o Korpiklaani traga consigo sempre as melhores noites do folk metal em Curitiba, mas que continue assim!

Ânimos contidos, e mesmo com o anúncio de que dentro de minutos o Enthring subiria ao palco, muitos deixaram a casa. Fato lamentável, pois a qualidade musical do quarteto de viking metal finlandês me surpreendeu (como fã irrefutável do metal finlandês, isso nada me admira!), mas surpreenderia quem não conhecia o som da banda – ainda mais aos fãs do gênero, normalmente tão ávidos por conhecer novas bandas. Então, para os que como eu não conheciam, aí vai uma breve descrição: o Enthring é uma banda de Symphonic Death/Viking Metal, formada em Helsinki em 2006, e aborda temas como mitologia nórdica e contos dos Irmãos Grimm. A formação atual conta com Petteri Eväsoja (guitarra, vocais), Tommi Suutarinen (guitarra, vocais), Mika Lumijärvi (bateria) e Henri Kotipelto (baixo). Com um pouco de demora, até a troca de todos os instrumentos, o Enthring começou sua apresentação às 23:35, integrante de uma pequena turnê pelo Brasil para a divulgação de seu primeiro álbum, The Grim Tales of the Elder. Apesar da casa já um pouco vazia, a banda trocou palavras, foi aplaudida pelo público e agradeceu, ao longo de 40 minutos. Entre as músicas tocadas, estavam as novas canções e outras presentes em seu primeiro EP, Maelstrom, de 2010.

Somente após o Enthring deixar o palco é que os músicos do Korpiklaani se reuniram para receber os fãs, que tiraram fotos e pegaram autógrafos, momento este que se prolongou por quase uma hora.

Apesar da magia da noite, algumas críticas foram feitas à organização do evento e ao Music Hall, tais como o atraso de duas horas na abertura da casa e alguns problemas de segurança. Entretanto, posso dizer que o 2º Mead Fest foi um sucesso. Acredito que, a cada momento como este, Curitiba consolida-se cada vez mais dentro do circuito folk, não fossem as demandas de público. Minha única crítica fica no fato de Curitiba não ter nenhuma banda de folk metal que esteja entre as grandes do Brasil, mas essa já é uma outra discussão.

Setlist LOTHLÖRYEN

First Raving Steps
Face your Insanity
Bard’s Alliance
When Madness Calls
There and Back Again
Namarië
Blood Brothers (Iron Maiden cover)

Setlist HUGIN MUNIN

Thor in Jotunheim

Warbound

Heroes rise

Ten thousand spears for ten thousand gods

Death or glory

Once in the grave

 

Setlist KORPIKLAANI

Hunting Song

Journey Man

Cottages and Saunas

Juodan Viina

Lonkkaluut

Kipumylly

Metsälle

Langetus (violin solo)

Vaarinpolkka

Vodka

Wooden Pints

Iron Fist (Motörhead cover)

Happy Little Boozer

Pine Woods

Tequila

Beer Beer

Encore:

Pellonpekko

Tuopi Oltta

Il Lea Voibmi

Setlist ENTHRING

The Grim Tales of the Elder + I, the Exiled
Rend me Asunder
Maelstrom
The Vengeance Orchestra
The Last Heartbeat of an Era
Silent Chanter
Citadel


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MAROON 5 BRASIL 2012: Fotos de Curitiba!


Fotos e texto Andre Smirnoff

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Com uma demora de 3 horas por conta de problemas com equipamento em São Paulo, O Marron 5 tocou para uma platéia cheia e muito barulhenta. O show desfilou grandes sucessos da banda como “Payphone”, “She Will be Loved”, “Sunday Morning”, “This Love“, “Moves like Jagger” mais as covers “Seven Nation Army”(do The White Stripes), “Don’t You Want Me” (do The Human League) entre outras músicas. Na parte técnica o som estava excelente e as luzes um espetáculo a parte e uma dádiva para qualquer Fotógrafo com cores vivas, corretamente balanceadas, e em grande quantidade. Para o público a estrutura atendeu a contento apesar de não ter 1 refrigerente diet para se vender em toda casa, uma vergonha.


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CURITIBA METAL SOUND: Cobertura do show de lançamento!


Lançamento do DVD Curitiba Metal Sound, Hangar Music Hall – 11.08.2012

Por Clóvis Roman

Curitiba Metal Sound com Division Hell, Necropsya, Krucipha e Inflikted (Sepultura cover)

Para celebrar o gloriso projeto Curitiba Metal Sound, foi realizado este evendo no Hangar Music Hall (mesmo local onde os vídeos foram gravados), com 4 das 6 bandas inicialmente presentes na empreitada: Division Hell, Necropsya, Krucipha e Inflikted (Sepultura cover) – Faltaram o Avenged Sevenfold, e notadamente, o Axecuter. A idéia consiste em efetuar gravações profissionais das bandas, para fazer uma espécie de ‘video-clipes’ delas. Uma excelente maneira de profissionalizar o underground Curitibano, que como estas bandas provam (além de várias outras que temos), há muita música de alta qualidade sendo feita em nossa cidade.

O Division Hell segue na divulgação de seu EP Apokaliptika – que é distribuido gratuitamente. No setlist, as músicas presentes neste trabalho (como a faixa-título e Pray & Cry), além de uma cover do Slayer, “Bloodline”. Também houve espaço para composições mais recentes, como “Holy Lies”. O quarteto em cima do palco transmite uma energia absurda, impossível não esboçar nenhuma reação ao vê-los. O encerramento se deu com “Flesh Blood Desire”, que define bem o som deles: pancadaria incessante.

Outra banda relativamente nova a se apresentar foi o Krucipha. O seu Thrash com incursão constante de percurssão é de uma violência exacerbante. A presença de palco é outro fator que chama a atenção. Mesmo sem muitas peripécias, os caras mostram muita garra, e deixam transparecer em seus semblantes o prazer de estar ali apresentando seu trabalho para os espectadores. Como destaque, a dobradinha “Greater Good Parasite” e “Tribal War” (que abriram o set) e “Affordiction” (as 2 últimas, presentes do EP Preemptive Uproars, lançado ano passado). Esta última, inclusive, foi eleita a melhor música do ano no 1º Prêmio Ivo Rodrigues, realizado em fevereiro de 2011. Não há como não comentar a cover do Raimundos, afinal, “Andar Na Pedra” é um arregaço de música.

Já o Necropsya está na estrada a praticamente uma década, e traz em sua discografia 2 ‘full lenght’: Roars, de 2006; e Distorted, de 2011. Eu já vi, sem exagero, esta banda no mínimo umas 30 vezes. E considero incrível como o set dos caras nunca se torna maçante. As músicas foram bem escolhidas entre seus lançamentos, com destaque para as do último play como “Ask Myself” (que não é cover do finado Everlasting) e “Sorry”. Além, claro, da diferentona “What The Hell”, do mesmo disco; e “Isolation”, lançada a poucos dias via internet, e também disponível na coletânea virtual Brazilian Xtreme Way MMXII’.

O único grupo não autoral da noite foi o Inflikted (Sepultura cover), que também fez uma boa apresentação, com interpretações dignas do grupo de Metal brasileiro mais famoso no mundo. E que o Curitiba Metal Sound cresça ainda mais, afinal, profissionalismo é sempre bem vindo para o underground.


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ROXETTE BRASIL 2012: Confira as fotos de Curitiba!


Fotos  e Texto Andre Smirnoff

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Roxette, Teatro Positivo, Curitiba – 08.05.2012

A dupla sueca formada por Marie Fredriksson e Per Gessle desfilaram seus principais sucesso durante a lotada noite do Teatro Positivo.

Detalhe da dupla fica pela semelhança incrível de Marie com a nossa ‘Rainha dos Baixinhos’.